Um amor para a vida e muitos projectos a dois são os desejos deste jovem casal, que anseia ter condições para juntar os trapinhos.

 

Estes dois jovens revelam ter a cabeça no lugar e não se iludem com o mundo da interpretação. Por isso, e como já sabem como é ingrato estarem sem trabalho, preparam-se para erguer um projecto conjunto, que lhes garanta estabilidade.

 

É difícil, para os jovens, construírem o futuro?

 

Rodrigo Saraiva: É muito complicado em qualquer idade, mas, nesta fase, é ainda mais complexo, porque somos inocentes e genuínos no que apostamos.

 

O projecto que têm em mente poderá desvia-los do mundo da interpretação?

 

R.S.: Nunca, mas só com muita sorte é que se sobrevive a fazer ficção nacional.

 

E se as vossas carreiras vos obrigassem a ficar geograficamente distantes?

 

R.S.: Acompanharia a Marta para qualquer lado. Não estamos sequer numa fase passível de separação.

 

Quando vão juntar os trapinhos?

 

Marta Melro: Isso ainda está a ser estudado...mas, como estou sozinha em Lisboa, estamos praticamente 24 horas por dia juntos.

 

Começaram a namorar, antes de terem um envolvimente na trama Morangos com Açúcar. Isso influenciou os realizadores?

 

R.S.: Disseram-me que tinham visto as cenas em que contracenávamos e, de facto, existia uma química entre nós.

 

O amor foi imediato?

 

M.M.: Não passámos por uma fase de engate. Fomo-nos admirando à distância e, num dia, sem ser suposto, aconteceu.

 

Como é a vossa relação, fora da televisão?

 

M.M.: Temos os nossos arrufos, mas é um amor baseado em muita confiança.

 

R.S.: Antes, ficava triste quando discutíamos. Agora, sabemos que isso é obrigatório.

 

O que já aprenderam um com o outro?

 

M.M.: Namoramos há um ano e as nossas parecenças é que prefazem os nossos choques. Ainda somos novos e, por infantilidade, temos de esperar até que um de nós ceda.

 

Será sempre facil trabalharem juntos?

 

R.S.: Ainda não tivemos de passar por situações de aperto emocional. Nunca tive de estar numa cena em que a Marta beija outro actor. Mas, se isso acontecer, prefiro não ver.

 

M.M.: O beijo, apesar de ser técnico, pode baralhar uma pessoa e é um trabalho que tem de ser muito bem feito, para não envolver vontades próprias. Na verdade, é uma boa desculpa para muitos...

 

Em que estaca estão os ciúmes na vossa relação?

 

R.S.: Nesta fase, absorver ciúmes seria um disparate. Isso fez sentido enquanto a Marta esteve rodeada de um elenco jovem. Sou inseguro, mas ela colmatou esse aspecto.

 

E se a Marta, um dia, for mais bem mais sucedida do que o Rodrigo?

 

R.S.: Não há ninguém que tenha mais orgulho no trabalho dela do que eu. Porém, quero também contar com uma boa fase para mim. Mas não me aborrece nada que ela venha a ganhar mais dinheiro do que eu!

 

O casamento está nos vossos planos?

 

M.M.: A vida é pautada por aborrecimentos e contas para pagar... Por isso, acho que casar é mesmo obrigatório, para ficar nas nossas memórias, quando formos velhinhos.

Créditos: Revista Maria

 

publicado por morango às 08:11 | link do post

O que sao toques polifonicos?

 

Sao sons polifonicos MIDI que podem ser usados como música de toque de chamada,

de mensagem recebida ou de alertas, como o alarme do teu telemóvel. Para além

disso também os podes usar como item de uma MMS. São compatíveis com a

generalidade dos Nokia's mais recentes, assim como outros terminais de várias

marcas. Aqui encontras centenas de toques polifonicos originais e constantemente

actualizados para o teu telemóvel.

 

Onde existem?

 

Existem milhares de toques polifonicos e monofonicos para o teu telemóvel em

variadissimos sites espalhados por toda a Internet.

 

Sao de todos os generos de musica desde Hip Hop ao clássico ou sobre os

morangos, estando disponíveis praticamente para todas as marcas de telemóveis do

mercado.

 

Agora todos os dias poderas ter um novo toque no teu telemóvel, ou mesmo um

toque para cada um dos teus amigos e um especial para aquela pessoa especial,

podes guardar ou trocar com os teus amigos.

 

Quais sao os melhores locais para encontrar toques?

 

1-Tmn

2-Vodafone

3-Optimus

4-Jamba.pt *

5-toques-logos-telemoveis.com

 

*Este site usa servico de subscricao, CUIDADO

 

E este foi um pequeno artigo sobre este assunto que os jovens tanto gostam :)

publicado por morango às 14:51 | link do post

O Pavilhão Atlântico esteve longe de esgotar no concerto de despedida dos DZRT, este domingo, mas os maiores fãs estavam lá e houve muitas lágrimas no momento de dizer adeus.

 

O espectáculo abriu com mensagens dos fãs, captadas à entrada do Pavilhão Atlântico, a desejaram felicidades aos quatro DZRT e a agradecerem-lhes por estes três anos de música. Depois foi a vez de Angélico, Edmundo, Vintém e Cifrão explicarem o «porquê do fim».

 

Vê aqui o vídeo do concerto de despedida!

 

A histeria foi total quando os quatro elementos do grupo entraram em palco para darem início ao concerto de despedida com «Caminho a Seguir», do primeiro álbum da banda.

 

Durante as três horas o público acompanhou os DZRT em todas as músicas, numas mais do que outras. Em «Todo o Tempo» tomaram as vezes dos coros.

 

À terceira música entrou o primeiro convidado, neste caso dois. «Para Mim Tanto me Faz» foi acompanhado à guitarra por Zé Pedro, dos Xutos e Pontapés, e contou com uma quinta voz, a de Paulo Gonzo.

 

Vintém já tinha prometido que o concerto de despedida teria temas inéditos. «Filosofia Rara» foi o presente escolhido para ser desembrulhado no Pavilhão Atlântico. Um «reggae», como definiram os próprios.

 

Os DZRT em imagens!

 

Dos tempos de «Morangos com Açucar» chegou Rita Viegas, que cantou com os amigos «I don't wanna talk about it», uma versão de Rod Stewart que os DZRT incluiram no primeiro álbum.

 

Pelo meio houve tempo para um momento de dança, da responsabilidade de Bruno, Quico, Fausto e Nélson, quatro dançarinos de hip-hop e break-dance.

 

De repente, A, Edmundo, Vintém e Cifrão surgem num pequeno palco no meio do público. Tinha chegado o momento acústico da noite. Com eles estiveram quatro fãs sortudas, vencedoras do concurso de uma rádio.

 

Depois vieram as Tucanas, que juntaram a percussão a «Essência da Minha Vida».

 

Toda a história dos DZRT!

 

E como o fim dos DZRT marca o início de quatro carreiras a solo, os quatro rapazes tiveram direito a cantar um tema cada um.

 

Cifrão escolheu Rita Guerra, para com ele interpretar «Boa Sorte/Good Luck», tema cantado originalmente por Vanessa da Mata e Ben Harper.

 

Já Vintém contou com Pedro Khima para dar voz a «Apologize», música de Timbaland com One Republic.

 

Edmundo optou pelo tema «Patience» dos Take That, e escolheu Zé Manel, dos Fingertips, para com ele partilhar o palco do Atlântico.

 

Como seria de esperar, a escolha de Angélico foi para um tema bastante mais mexido e dançável do que os dos colegas. Para cantar e dançar «Break it Off», de Sean Paul e Rihanna, o «David» dos «Morangos» teve a ajuda das Just Girls, a mais recente banda a sair da série juvenil da TVI.

 

Para o encore ficaram os Corvos que, com os DZRT, interpretaram «Revolução». Houve ainda tempo para repetir «Para Mim Tanto me Faz», talvez o maior de todos os sucessos do grupo.

 

E porque tudo tem um fim, e este já estava anunciado, chegou a hora da despedida. As lágrimas das fãs foram muitas e os DZRT também não conseguiram esconder a emoção de dizer adeus. Era «Gente Feliz com Lágrimas».

publicado por morango às 10:49 | link do post
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